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T Ó P I C O : Café finaliza com baixas em NY: Rabobank teme que cafeterias não voltem ao mercado

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Café finaliza com baixas em NY: Rabobank teme que cafeterias não voltem ao mercado


Autor: Leonardo Assad Aoun

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Último comentário neste tópico em: 04/06/2020 18:07:54


Leonardo Assad Aoun comentou em: 04/06/2020 18:07

 

Café finaliza com baixas em NY: Rabobank teme que cafeterias não voltem ao mercado

 

O mercado futuro do café arábica teve mais um dia de movimentações tranquilas na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Os principais contratos registraram baixas de até 95 pontos. As variações do dia foram motivadas pela alta do dólar e novos dados divulgados pelo Rabobank. 

Julho/20 encerrou com queda de 95 pontos, valendo 98,15 cents/lbp. Setembro/10 registrou queda de 85 pontos, valendo 99,70 cents/lbp, dezembro/20 teve baixa de 80 pontos, valendo 102 cents/lbp e março/21 teve queda de 80 pontos, valendo 104,20 cents/lbp.

De acordo com o site internacional Barchart, os preços finalizaram em baixa devido às preocupações com a demanda. "O Rabobank prevê que "muitas" cafeterias independentes nunca poderão reabrir após serem fechadas devido aos bloqueios por coronavírus e que pode levar muito tempo para que o consumo de café se recupere para os níveis de 2019", destacou em sua análise diário.

Os números do Rabobank vão de encontro com as preocupações da Associação Brasileira de Cafés Especiais, que fez um levantamento logo no começo da quarentena, indicando uma baixa de mais de 70% nas vendas de cafés especiais, consequência da cafeterias fechadas em todo o país. 

O levantamento realizado pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) com seus membros dessas categorias aponta que os associados tiveram queda média de 76,25% na venda do produto, com os mais impactados sofrendo redução de até 100% em seus negócios. Segundo a BSCA, os números foram levantados em abril, mas a realidade ainda é a mesma diante da extensão da quarentena. >>> Veja a matéria completa aqui

A entrada da nova safra brasileira, já em processo de colheita, também ajuda a pressionar os preços em Nova York. Segundo a Cooxupé, no sul de Minas Gerais, a colheita já avançou para 8,9% nesta semana.  Além disso, o dólar valorizado também pode ser considerado um fator de baixa para os preços no exterior. A moeda americana finalizou com alta de 0,89% e cotada por R$ 5,13 na venda. A valorização, em contrapartida, tende a encorajar as exportações do café brasileiro. 

No Brasil, o mercado físico finalizou mais um pregão com movimentações mistas e próximo da estabilidade nas principais praças produtoras do país. 

O tipo 6 duro teve queda de 1% em Guaxupé/MG, valendo R$ 495,00. Poços de Caldas/MG registrou alta de 0,40%, valendo R$ 497,00. Patrocínio/MG registrou baixa de 0,99%, negociado por R$ 500,00. Varginha/MG teva baixa de 2,11%, estabelecendo os preços por R$ 465,00. Campos Gerais/MG teve queda de 0,40%, valendo R$ 500,00.

O tipo 4/5 teve baixa de 2,04% em Varginha/MG, valendo R$ 480,00. Franca/SP registrou baixa de 1,92%, negociado por R$ 510,00. Poços de Caldas/MG registrou alta de 0,40%, valendo R$ 507,00.

O tipo cereja descascado registrou queda de 0,88% em Guaxupé/MG, valendo R$  565,00. Poços de Caldas/MG teve alta de 0,34%, valendo R$ 592,00. Patrocínio/MG teve queda de 0,90%, valendo R$ 550,00 e Campos Gerais/MG finalizou com baixa de 0,36%, valendo R$ 558,00.

Por: Virgínia Alves

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