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T Ó P I C O : Preços do café seguem instáveis, pressionados pela chuvas nos principais países produtores

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Preços do café seguem instáveis, pressionados pela chuvas nos principais países produtores


Autor: Leonardo Assad Aoun

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Último comentário neste tópico em: 30/01/2026 12:03:34


Leonardo Assad Aoun comentou em: 30/01/2026 12:30

 

Preços do café seguem instáveis, pressionados pela chuvas nos principais países produtores

 

Bolsas internacionais apresentavam baixas na manhã desta 6ª feira (30)

 

Os preços do café seguem com fortes oscilações, pressionados pelo clima nos principais países produtores. Na manhã desta sexta-feira (30), as bolsas internacionais recuavam nos futuros mais próximos."Até que haja uma estimativa mais precisa sobre volume de café na atual temporada, a volatilidade de preços tende a permanecer", explicou pesquisadores do Cepea. 

Segundo o Barchart, os preços do arábica sofrem com a pressão da previsão de chuvas constantes em Minas Gerais na próxima semana, e o robusta pela previsão de precipitações esporádicas no Planalto Central do Vietnã nos próximos 10 dias. 

Informações da Reuters apontam que o clima no Brasil tem sido mais favorável do que no ano passado, contribuindo assim para a produção de arábica na safra 2026. Com isso, muitos produtores da variedade esperam que a safra deste ano seja igual ou ligeiramente superior à safra de 2025, enquanto os de canéfora do Espírito Santo preveem que a produção cairá.

Relatório do Itaú BBA destaca que nos próximos meses, as cotações tendem a seguir sensíveis ao clima irregular e ao ambiente geopolítico."O desenvolvimento climático no Brasil deve continuar no centro das atenções do mercado, já que o período é decisivo para a granação", completa o documento.

Às 10h (horário de Brasília), o arábica registrava baixa de 470 pontos no valor de 340,80 cents/lbp no vencimento de março/26, um recuo de 450 pontos no valor de 324,30 cents/lbp no de maio/26, e um recuo de 395 pontos negociado por 318,20 cents/lbp no de julho/26.

O robusta trabalhava com queda de US$ 17 no valor de US$ 4,162/tonelada no contrato de março/26, e uma perda de US$ 18 no de maio/26 e julho/26 cotado por US$ 4,078/tonelada e US$ 3,978/tonelada.

Por: Raphaela Ribeiro

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